“Mad Professor”, “Rodrigo Professor”, “Macarrão”, são os condinomes desse apaixonado pelas ondas.
Em 5 minutos de conversa com Rodrigo Bruno, você fica alucinado querendo comprar uma passagem só de ida para Pipe!
O cara em 2006 disputou pela primeira vez o Pipeline Bodysurf Classic e conquistou a 6º colocação, disputando a final com experientes Bodysurfers.
Rodrigo é só vibração quando o assunto são ondas e especialmente o Bodysurf. Conseguiu emplacar diversas matérias em revistas nacionas e internacionais.
Segue abaixo uma matéria de duas páginas que rolou na revista Vizoo e ilustra o perfil do atleta.
Galera foi um grande sucesso o Bodysurf Meeting, realizado no fim de semana passado no Posto 5, Copacabana.
O swell não veio com a força esperada, mas rolaram altas ondas nos dois dias.
Sábado (28) foi realizado um Freesurf com filmagem, que em breve terá alguns trechos publicados aqui e domingo (29) rolou um Torneio, onde os próprios competidores julgaram as baterias.
Quem esteve presente pode constatar o trecho de areia próximo ao Hotel Othon, lotado de competidores e espectadores. A equipe do Canal de Esportes de Ação Woohoo também esteve presente, captando imagens do Torneio.
Iremos publicar em breve fotos do Evento, mas alguns momentos já estão no site Surffoto.
Gostaríamos de agradecer a nossos apoiadores que proporcionaram a realização deste Evento. Pés de Pato Kpaloa, Insane , Ragnarok e o Grupamento Marítimo do Estado do Rio de Janeiro.
Foram premiados os oito primeiros colocados e homenageado o Prof. Marcelo Cabelo, por sua presença sempre forte no Esporte e por sua luta para manter a Escolinha de Surf de Peito Andorinha do Mar.
Segue o resultado final do Evento.
Em mais uma de minhas pesquisas pela Net, me deparei com fotos interessantes, que mostram os Postos dos Guarda Vidas, na praia de Copacabana, em diferentes épocas.
Como forma de homenagear tão honrada profissão, exímios surfistas de peito, selecionei algumas fotos que agora compartilho com vocês.
Foto de autoria de Malta, pertencente ao Acervo do Museu da Imagem e do Som, um precário POSTO DE SALVAMENTO (Posto de Sauvatage) localizado na Avenida Atlântica, na década de 10, ainda antes da construção da calçada junto à praia, que se deu quando do alargamento de 1919.
O salva-vidas, então chamado de “banhista”, no topo do seu posto de observação, protegido por uma barraca e com binóculos, vigia os que entram no mar.
Uma bóia, com uma corda, além de um pequeno barco, são instrumentos de auxílio ao salva-vidas.
Foto de Preising mostrando um posto de observação de salva-vidas (na época chamados de “banhista”) na praia de Copacabana, no início do século XX.
O Posto de Salvamento nº 1, em foto do alemão Peter Fuss, na Praia de Copacabana, na década de 30.
Postos de Salvamento da Praia de Copacabana nas décadas vizinhas a 1950. Em Copacabana eram 6 no total: o nº 1 no Leme, o nº 2 perto do Lido, o nº 3 perto da Hilário de Gouveia, o nº 4 perto da Santa Clara, o nº 5 perto da Bolivar e o nº 6, perto do Forte de Copacabana. Todos os dias eram hasteadas as bandeiras indicando as condições do mar. Os resgates que hoje são feitos por helicóptero eram, na época, feitos por lanchas que ficavam circulando por toda a orla, com dois banhistas (assim se chamavam os salva-vidas). As lanchas eram guardadas junto ao Clube dos Marimbás, no Posto 6. Observe-se como era estreita a calçada junto à praia.
Em Barra de Guaratiba, a oeste da cidade do Rio de Janeiro, estão localizadas as praias menos freqüentadas da cidade. Essas praias podem ser avistadas da Praia de Grumari, porém, somente podem ser alcançadas por trilhas a oeste da cadeia de montanhas da Pedra Branca.
As praias “semi-desertas” são: Conchas, Busos, Praia do Perigoso, Praia do Meio, Praia Funda e Praia do Inferno.
Essas praias são cheias de histórias, que só conhecendo pessoalmente é que dá para realmente perceber o quanto é impotante preservar o meio ambiente e suas riquezas naturais. Saibam que até Brizola, quando era Governador do Rio, frequentava a praia do Inferno. Foi ele quem providênciou a construção da fonte. Onde antes os locais só bebiam a água que escorria da predra. Era praticamente do chão que todos tinha que matar a sede. Todo o material e os trabalhadores para construir a fonte foram transportados de helicóptero o mesmo modo de transporte que o Governador usava para chegar até lá.
Depoimento:
Sou Marcelo Cabelo, descobri esse local em uma prosa com um amigo e resolvi conferir em Fevereiro de 2000. Em pleno Carnaval e nenhuma experiência em acampamento, tomei a decisão que iria me aventurar em alguma trilha e buscar um pico diferente para surfar de peito. Fiz umas pesquisas e peguei algumas dicas de como fazer para chegar e partir. Foi o Carnaval mais barato que passei, pois gastei R$ 2,00. Peguei o 387-Marambaia(R$ 1,00) e desci na Praça de Marambaia. Como era alta temporada, tinham muitas pessoas que também estavam indo para essas praias. Foi só seguir a multidão. Vale lembrar que a caminhada é bastante axaustiva por se tratar de ser uma subida de aproximadamente uns 30 minutos até a chegada do primeiro ponto de descaso e deslumbramento que é o mirante de Marambaia. Deste ponto pode se avistada toda a Restinga de Marambaia com sua praia de 40km e o mangue ainda preservado.
Digo à todos que vale muito a pena conhecer esse cantinho do paraíso. Principalmente se você gosta de se sentir totalmente livre e pegar ondas de qualidades.
Falando nisso!
Essa é a melhor parte, com várias praias semi-desertas o crownd é mínimo ou nenhum, as águas que na maioria das vezes são translúcidas lembrando até mesmo o Caribe. Recebe boas ondulações quase que o ano inteiro, por se tratar de uma praia curta e cantos de pedra de ambos os lados, sempre há uma boa brincadeira em dias pequenos, onde em muitos lugares estão flats, e em dias maiores haja coragem e disposição.
O ponto alto desse pico é o canto esquerdo da praia. Há uma bate e volta que fornece uma onda espetacular e diferente das outras ondas. Quando entra a série, você deixa passar a primeira e espera o bate e volta, dá para pegar o espumeiro dessa volta e ir contra a próxima ondulação. Então pode acontecer duas coisas:
1º Você já entrar no tubo da próxima onda com velocidade e sair voando na rampa que é formada na porta de saída desse salão.
2º Quando você estiver dropando no espumeiro da volta indo contra a próxima ondulação a união ou junção dessa duas ondulações formam um belo triângulo. Para quem já teve o prazer de pegar um triângulo sabe do que eu estou falando.
Dados técnicos:
Praia do Inferno
Localização
Barra de Guaratiba
Meio de Transporte
Ônibus 867 (Terminal Rodoviário de Campo Grande - Barra de Guaratiba)
Ônibus 387 (Passeio - Marambaia)
Vias de acesso e trilhas
Rua Parlon Siqueira; Caminho do Perigoso.
Atrativos naturais
Trilhas; nascentes d’água; praias e mirantes naturais.
Características
Caminhada leve em trilha, contornando o litoral da Barra de Guaratiba, pelo ecossistema de praias oceânicas.
Altura máxima
100m
Extensão aproximada
3,4km
Obs.: Por favor! “Joguem o lixo no lixo!”
Confiram outras fotos e videos referentes acessando os links abaixo.
Vasculhando a imensidão da Internet, me deparei com um site interessantíssimo.
O site (fotolog) Carioca da Gema , possui fotos que retratam o Rio antigo
com comentários e explicações muito interessantes.
Achei fotos de ressacas que destruiam Copacabana e foram clicadas por Wiliam Nelson Huggins, bisavó do responsável pelo fotolog, Roberto Tumminelli.
Em uma das fotos, a que retrata uma ressaca ocorrida em 1916 o comentário que havia no álbum de onde ela foi tirada é o seguinte:
“Foto tirada por papai. Av Atlântica arrebentada por uma ressaca na altura do Copacabana Palace, ainda não construído.”
Independente de qualquer coisa recomendo uma visita ao site. Muito bom ver fotos de um Rio antigo, sem o stress e a violência de hoje em dia. Vale também a leitura dos comentários, que trazem detalhes desconhecidos por quase todos.